domingo, 21 de junho de 2009

Casaco da Carol!



Este casaco, foi obra da querida Carol, lá de Joinville... Linda peça!

Carol, AMO VOCÊ!

sábado, 23 de maio de 2009

Mundo dos sonhos...

Quero andar descalço na calçada, ver alguém juntar um papel do chão, quero sentir a lágrima secando, ver alguém pedir perdão. Quero andar de noite no sereno, enxergar a lua prateada, quero ser a rosa mais bonita, enfeitando a escuridão. E quando o sol nascer, bater mais forte, em cada rosto, eu vou estar do jeito que eu sonhei... Quero andar de noite no sereno, enxergar a lua prateada, quero ter a rosa mais bonita, ver alguém fazendo amor. Quero andar descalço na calçada, ver alguém juntar um papel do chão. Quero sentir a lágrima secando, enxugando a escuridão.

Algo me fez pensar nos dias tristes que passei. A lágrima no olhar me fez pensar nos sonhos que eu deixei de ter...

(Anna Lógica, inspiração pro blog Telégrafos da Lua)

Depois da curva


Amanhã, talvez
Esse vendaval faça algum sentido

Dá pra se dizer

Qualquer coisa sobre todo mundo


Por hoje é só

Vou deixar passar a ventania

Talvez amanhã
Vento, vela e velocidade
Mar azul, céu azul sem nuvens

Logo ali depois da curva
Ali, logo ali,

Ali depois da curva


Amanhã talvez

Esse temporal saia do caminho

Dá pra escrever

O papel aceita toda qualquer coisa


Por hoje é só
Vou deixar passar a tempestade

Talvez amanhã

Água pura e toda verdade


Mar azul, céu azul sem nuvens

Logo ali depois da curva

Ali, logo ali,

Ali depois da curva


Ali, logo ali,

Ali depois da curva

Ali, logo ali


Eu vi, eu vim, venci a curva

terça-feira, 19 de maio de 2009

Anjos e Demônios


Recomendo a todas as pessoas que AMARAM "O Código Da Vinci" e que ADORAM o Tom (gatíssimo) Hanks. Sou péssima pra descrever filmes, mas digo que é sumpreendente e contagiante do início ao fim. =)


Aromática


Eram quase 19 horas. Eu estava a caminho do trabalho da minha mãe, correndo contra o tempo, afim de lugar nenhum. Com uma chuvisca fria, daqueles dias de inverno frios, gelados, ventando sobre o pescoço, bem por baixo de um cachecol. No fim da rua, relógio. Marcavam 18 e 55.

No começo, apenas era mais um dia, de uma rotina corrida, entre tantas outras pessoas que ali na rua iam e vinham, como eu, simples cidadã. Logo apareceu a diferença...

Senti um aroma estranho, um aroma saudoso, de passado no ar e no meio do passado um pingo de nostalgia, nostalgia boa, doce, carinhosa. Logo vi que conhecia aquele cheiro que tanto me "tocou".

Lembrei exatamente de algumas memórias que pra sempre irão ficar. Lembrei que o tempo é o dono da razão, mas que ele jamais traria de volta um tempo bom, um tempo amigo, que me dava risadas e choros de presente, bons e ruins. Lembrei de uma história, uma intenção. Lembrei de músicas, fases... Lembrei de mim mesma.